sexta-feira, 29 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Mesmo que os anos passem até mesmo
Que a distancia nos separe ficarão dentro de mim
Os momentos que felizes nós passamos
Muitas lutas enfrentamos a inveja o que levantou enfim.
Com o mestre aprendemos ser valentes
Vindo a guerra derrepente jamais vamos recuar
Pois cingiu-nos de uma força onipotente este Deus onisciente
Certamente nos iremos triunfar
Posso dizer ninguém é mais feliz que nós
Foi um prazer tocar ouvindo a sua voz
Quem cantar como cantamos vai sentir o que sentimos
E por isso estamos juntos mesmo estando em outro lugar
Sei que a saudade um dia vai me visitar
Ou se a ilusão do mundo vir pra derrubar
Perseguido ou desprezado lembrarei que ao seu lado
Descobri um dom divino o ato de cantar
Seja humilde nunca troque esta riqueza
não se esqueça que a beleza verdadeira é a interior
Muito embora muitos não te compreendam
O que Deus plantou em nós o mundo não pode entender
Mesmo estando em qualquer outra cidade
Levaremos a irmandade o que Deus nos ensinou
Aumentando esta corrente excelente
Mostrando a felicidade de cantar pra quem ainda não cantou
Que a distancia nos separe ficarão dentro de mim
Os momentos que felizes nós passamos
Muitas lutas enfrentamos a inveja o que levantou enfim.
Com o mestre aprendemos ser valentes
Vindo a guerra derrepente jamais vamos recuar
Pois cingiu-nos de uma força onipotente este Deus onisciente
Certamente nos iremos triunfar
Posso dizer ninguém é mais feliz que nós
Foi um prazer tocar ouvindo a sua voz
Quem cantar como cantamos vai sentir o que sentimos
E por isso estamos juntos mesmo estando em outro lugar
Sei que a saudade um dia vai me visitar
Ou se a ilusão do mundo vir pra derrubar
Perseguido ou desprezado lembrarei que ao seu lado
Descobri um dom divino o ato de cantar
Seja humilde nunca troque esta riqueza
não se esqueça que a beleza verdadeira é a interior
Muito embora muitos não te compreendam
O que Deus plantou em nós o mundo não pode entender
Mesmo estando em qualquer outra cidade
Levaremos a irmandade o que Deus nos ensinou
Aumentando esta corrente excelente
Mostrando a felicidade de cantar pra quem ainda não cantou
terça-feira, 19 de junho de 2012
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
domingo, 17 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
Há um livro onde a nossa história é diariamente
narrada. Há um livro onde nossos passos são criteriosamente
acompanhados. Nesse livro há uma história e um personagem principal.
Nossa alma está ali, retratada e por vezes reconstruída. Então
descobrimos que somos parte de algo. Algo sublime, inexplicável e
totalmente superior. Superior em ações, em pensamentos e em certezas.
Certezas essas que para nós, tornam-se fonte de auxílio. Soberania
mágica, soberania incontestável. Por mais dúvidas que tenhamos, por mais
angústias, dúvidas ou tristezas, a solução está lá, somente esperando
para ser acessada e principalmente interiorizada. Mais do que presente,
ele está legitimamente dentro de nós. E a cada dia nossa história pode
ser revista, reavaliada, reconsiderada, reconstruída... Somos agentes
principais, mas muitas vezes, tornamo-nos coadjuvantes. No entanto, não
há tristeza que não acabe e não há dia que não termine. É hora de nos
apropriarmos deste livro e fazer com que essa história trilhe outro
caminho, com mais luz e menos escuridão, com mais soluções e menos
tristezas desnecessárias. É hora de acordarmos para esse livro, é hora
de buscarmos dentro de nós a vida com toda a sua plenitude e sabedoria.
Pode ser que até hoje não tenhamos achado o caminho, pode ser que o
caminho trilhado tenha trazido decepções, onde muitas foram as vezes que
o desânimo tenha imperado e talvez a incredulidade tenha sido maior.
Mas a certeza maior é acreditar que somos eternos aprendizes, somos
construtores de cada página de nossas vidas, transformadores do caos, em
total esperança. E hoje eu percebo que toda a minha procura sempre
esteve em um único lugar. Aprendi que no livro da vida, nossos sonhos
podem ser deixados ou vividos. Também entendi que nossa maior riqueza
está bem mais próxima do que imaginamos. E só então percebi, que o que
eu buscava era uma total simplicidade. E hoje o que mais faço é
escrever, todos os dias, no llivrodavida!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Podem me rotular me julgar me inventar por ai mas aquilo que eu sou de verdade por dentro é meu e ninguém toma...
♥Júh Britto
♥Júh Britto
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